É gente, eu já amei. Ê hehehe!
E também já passei um bom tempo da minha vida tentando entender porque eu amava.
Todos nós temos um estereótipo de pessoa pela qual nós geralmente nos interessaríamos. Beleza! Mas quando o tal do amor vem... Ah meu filho, é foda!
Eu ficava tentando achar as qualidades que me tinham feito gostar da pessoa, mas o amor era muito mais do que aquilo.
Ninguém ama uma pessoa pelas qualidades que ela tem, se assim fosse as pessoas honestas e as simpáticas teriam uma fila imensa de pretendentes.
O amor não faz contas, ele não sabe o que é razão. O verdadeiro amor acontece por magnetismo, empatia. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e gosta de música boa. Essas coisas são apenas referências.
A gente ama pelo cheiro, pelo mistério, pelo arrepio que sentimos,pela paz que nos é dada. Pela forma como chama nosso nome, pela forma de como os olhos piscam, pela fragilidade e pelo carinho que nos é revelado quando a gente menos espera. Pelo jeito de sorrir que nos deixa imobilizado, e pelo beijo que é uma das coisas mais gostosas que nós já sentimos. Doce e viciante.
E quando a mão da pessoa toca o nosso pescoço? Nada parecido... É somente aquele toque.
E aí eu vi que a gente ama pelo que o amor tem de indefinível. Porque às vezes ele gosta de nos confrontar. Às vezes faz ceninha e gosta de ser o fodão. E às vezes fode com a nossa cara mesmo. Valendo! Algumas vezes surge do nada e assim, também vai embora.
E quando a gente ama, não dá para fazer comparações, pois ninguém é do jeito que o amor da nossa vida é.
é isso ai maruzo bem dito seja! quando dizes que é doce e viciante o beijo...huuuuum
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